Chovia calmamente Naquela noite ,
eu e ela, encostados no cantinho da varanda,
chuva de inverno, com um frio daqueles
que só tem no oeste paranaense.
O frio gelava minhas costas , quentes , somente
nossas mãos entrelaçadas, nossos beijos com sofreguidão,
nosso abraço de amantes...
Eu e ela ali na varanda , a chuva no telhado com sua música
de solidão e desventura para quem está só..
De repente a chuva se envergonhou do nosso romance e foi embora,
a lua curiosa apareceu no céu para curtir a força do nosso amor!
Já era tarde, eu não lhe dei um beijo de despedida,
apenas a convidei para ir para o nosso quarto onde
noite a dentro continuaríamos o que começamos
na varanda...
Estávamos ali embevecidos entre beijos e abraços
como dois adolescentes em noites de sábados
na casa da namorada, sim , relembrando , revivendo e renovando
constantemente um grande amor!
CARLOS VICENTE 29/05/2015 _18:15 hrs.
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